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domingo, 21 de março de 2010

50 anos... é muito tempo!

Cinquenta anos representa meio século... representa cinco décadas. Nos últimos cinquenta anos tanto aconteceu neste planeta. Acontecimentos felizes, acontecimentos tristes, factos que nos tocaram directamente, outros que apenas assistimos com a devida distância. Mas de facto cinquenta anos é muito tempo na duração média da vida do ser humano.

Cinquenta anos representa também a celebração das bodas de ouro do casamento. No dia 20 de Março de 1960 casavam-se dois jovens em Queluz. Jovens humildes, mas com a certeza de que o amor que os unia justificava tal decisão. Jovens que foram amadurecendo, tendo e criando dois filhos, assistindo ao seu crescimento, vivendo as alegrias e as tristezas, com os defeitos e as virtudes inerentes à natureza humana, assistido igualmente ao nascimento e ao crescimento de três netos e de dois bisnetos. Ontem, dia 20 de Março de 2010, os dois filhos decidiram presenteá-los com uma humilde mas muito simbólica festa para comemorar os cinquenta anos do projecto iniciado no longínquo ano de 1960. Este presente, que juntou alguns familiares e amigos, pretendeu apenas transmitir-lhes a gratidão por tudo aquilo que lhes deram. Nem todos estiveram todos presentes... por motivos de saúde, alguns não compareceram. Tenho fé que os motivos da ausência rapidamente se resolvam... merecem isso e muito mais.

Esses jovens aqui referidos são os meus pais... fica por isso aqui esta simbólica mas sincera homenagem.

Obrigado por tudo e bem hajam!

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Chocante e tocante…

Amor é acarinhar alguém, seja alguém da família, um amigo, um colega de trabalho, um vizinho…
Esta semana recebi dois e-mails com duas mensagens que versavam exactamente a questão do amor (ou a falta dele) no seio familiar. Anexas a essas mensagens, dois vídeos a apontar para dois momentos da vida particularmente sensíveis… “Um murro no estômago”, vinha escrito numa das mensagens; “A grande lição... por vezes o tempo origina o esquecimento de um passado de ensinamentos!”, vinha escrito na outra mensagem. Vi e reflecti… penso que valeu a pena.
Por favor vejam… penso que vale mesmo a pena!

“A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca e que, esquivando-nos do sofrimento, perdemos também a felicidade.”
Carlos Drummond de Andrade